A primeira sessão ordinária realizada na noite desta quinta-feira (19), na Câmara dos Vereadores de Cocal da Estação ao Norte do Piauí, terminou em confusão e tensão do lado de fora do prédio público. Imagens registradas logo após o encerramento mostram um tumulto envolvendo populares e lideranças políticas presentes no local.
Nos vídeos que circulam nas redes sociais, o vereador Evandro Mano (PT), aparece no centro da confusão e teria protagonizado um momento de desequilíbrio durante o episódio. Segundo as imagens e relatos de testemunhas, o parlamentar teria iniciado uma agressão contra o filho do repórter Godofredo Brito, que acompanhava e filmava a movimentação após a sessão.
O caso gerou revolta entre os presentes e ampla repercussão nas redes sociais, levantando questionamentos sobre possíveis consequências políticas para o vereador. O episódio reacende o debate público sobre postura, responsabilidade e limites na atuação parlamentar, além da possibilidade de medidas institucionais, como eventual pedido de cassação de mandato, caso as acusações sejam confirmadas.
De acordo com informações divulgadas por colegas de imprensa, o jornalista Godofredo Brito também teria sido agredido durante a cobertura das atividades da Câmara Municipal. Conforme os relatos, o vereador, ligado politicamente ao deputado estadual e ex-prefeito Rubens Vieira, teria reagido de forma violenta após ser questionado sobre sua conduta parlamentar, empurrando o comunicador e proferindo xingamentos.
Um cinegrafista da equipe, identificado como João Henrik, também teria sido agredido e ficou com hematomas no rosto. O episódio levanta preocupação sobre a segurança de profissionais de imprensa no exercício da função. Questionar agentes públicos é parte essencial da democracia, e qualquer tentativa de intimidação ou violência contra jornalistas representa um ataque à liberdade de informação.
As imagens indicam que a agressão teria sido iniciada pelo parlamentar, fato que rapidamente gerou revolta entre os presentes e grande repercussão nas redes sociais e em grupos de mensagens da cidade.
Até o momento, não houve pronunciamento oficial do vereador citado nem posicionamento formal da Câmara sobre a adoção de medidas administrativas.





